segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Visita a Maternidade Que Nasceu Ayrton Senna e ao Colégio Que o Ídolo Estudou

Reportagem mostra diversos detalhes como os pezinhos do bebê Ayrton Senna ao nascer e fotos do arquivo do colégio onde o piloto estudou


Ayrton Senna bebê com a mãe Dona Neyde


TV Globo - Jornal Nacional - 03 de maio de 1994



Mais Prints do vídeo:






















domingo, 15 de outubro de 2017

Ayrton Senna, DAP Kart (Fotos)


Campeonato: Mitjet Italian Series
Evento: Monza II
Circuito: Monza
Foto: Mitjet Italian Series


Campeonato: Mitjet Italian Series
Evento: Monza II
Circuito: Monza
Foto: Silidrome



sábado, 14 de outubro de 2017

Piloto de Jato Não Teve Coragem de Dar Notícia Para Adriane Galisteu

Piloto do Jato, que levava Adriane Galisteu para ver Ayrton Senna após acidente, não teve coragem de dar a notícia da morte do piloto para Adriane. 


Às 18h05, a Dra. Fiandri, com a voz tremendo pela gravidade de seu anúncio, disse a repórteres que Senna estava clinicamente morto. Ele ainda estava ligado, disse ela, ao equipamento que mantinha os batimentos cardíacos. As notícias tomaram os programas de notícias do início da noite. No Reino Unido, uma hora atrás da Europa, os boletins de notícias aguardavam um veredicto final.

Josef Leberer voltou para Imola para buscar seu carro. Um médico lhe deu carona.

Neyde da Silva (mãe de Ayrton Senna), ligando do Brasil, disse ao filho Leonardo que pedisse ao hospital que providenciasse um padre para visitar seu filho mais velho. O padre chegou, entrou no quarto de Senna às 6:15 da tarde e deu-lhe a extrema-unção. Às 6h37, o coração de Senna parou de novo e a Dra. Fiandri decidiu não tentar mais reanimá-lo. Manter um homem que estava efetivamente morto artificialmente vivo era eticamente duvidoso. Ela disse que já era o suficiente. Às 6h40, a Dr. Fiandri anunciou que Ayrton Senna estava morto, mas disse que o horário oficial da morte seria às 2:17 da tarde, quando ele tinha batido o carro no muro e seu cérebro parou de funcionar.

Ignorando isso, Juraci (governanta da mansão de Senna no Algarve/Portugal) levou de carro Adriane para o aeroporto de Faro. Quando o avião fretado chegou, por volta das 18h30, Adriane estava esperando desesperadamente na pista. Assim que a porta se abriu, ela entrou a bordo e se jogou nos braços de Luiza Braga (mulher de Antônio Braga, o Braguinha). O piloto disse que seria um vôo de três horas. A bordo, Luiza disse a Adriane que seu namorado era forte como um touro e que não tinha ouvido mais nada do marido no circuito (de Ímola), e que não era muito grave. Mas, enquanto falavam, Senna já estava morto.

O capitão taxiou a borda da pista de decolagem e esperou a autorização para decolar. Enquanto esperava, uma mensagem foi transmitida para o avião. O piloto imediatamente taxiou de volta ao prédio do terminal, sem uma palavra para seus passageiros. A mensagem era que Ayrton Senna havia morrido, mas o capitão não queria ser o único a informar a notícia. Ele finalmente disse que havia um apelo urgente para que Luiza voltasse para a torre de controle. Ele disse: "Eu não tenho autorização da torre. Há uma ligação para Adriane." (Os olhos do capitão, enquanto falava, deviam ter dado a má notícia para para Luiza, então ela decidiu ir até a torre para atender a ligação.)

Adriane estremeceu com medo sobre o que a chamada poderia revelar.
Luiza correu logo que a porta do avião se abriu. Adriane saiu do avião e ficou sobrecarregada com o silêncio no terminal, as pessoas silenciosas lá, traindo a notícia que ela não queria ouvir. Adriane seguiu Luiza para a torre de controle. "Eu tremia toda, da cabeça aos pés", lembrou ela. Ela esperou em silêncio sozinha. Luiza Braga ficou pálida quando voltou.

Ela pegou a mão de Adriane. "Adriane", disse ela, mas Adriane a interrompeu e disse: "Luiza, só que não me diga que ele morreu." Ela respondeu do único jeito que ela poderia: "Ele morreu".


FONTE PESQUISADA

RUBYTHON, Tom. The Life of Senna. 1º Edição Sofback. London: BusinessF1 Books, 2006






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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

VIAGEM DE 5 MESES PELA EUROPA ERA PARA PEDIDO DE CASAMENTO


Adriane se juntaria a Ayrton em Portugal na casa do Algarve para toda a temporada dos Grandes Prêmios da Europa e permaneceria permanentemente por cinco meses e não retornaria ao Brasil. 

Em 3 de abril de 1994, Adriane viu Senna pela última vez. Ele estava indo para o Japão e ela ficaria por um mês em São Paulo para fazer um curso intensivo de inglês. Se ela ia se instalar na Europa pela metade do ano, ela teria que poder falar inglês.

Ela levou Senna para o aeroporto em seu Fiat Uno prata para ele pegar seu vôo. Ele não retornaria ao Brasil até o final de setembro. Ela deixaria o Brasil quatro semanas depois e se mudaria para sua casa em Portugal e eles viveriam juntos. Era claramente o prelúdio de algo grande. Ela sentiu que ele quase havia proposto (casamento) várias vezes e esperava voltar para o Brasil como sua noiva.

Ela se atirou em tempo integral no curso de inglês, que ocupou todo o seu tempo - bem como a bagagem por cinco meses de distância. Senna foi para o Japão, mas se retirou do Grande Prêmio do Pacífico, já que seu rival do campeonato, Michael Schumacher, ganhou novamente. Ela também estava acumulando aulas de inglês às noites. Mais tarde naquele dia, ela enviou por fax a sua primeira carta de amor em inglês. Ela continuou com as lições até o vôo de Varig para Lisboa na sexta-feira, 29 de abril.

Ayrton Senna pretendia assumir o noivado com Adriane depois do GP de Imola

Sua última namorada, Adriane Galisteu, teve permissão, concedida a poucas, de frequentar a fazenda da família em Tatuí, além de Angra, é claro!

Adriane abandonou a carreira para acompanhar o piloto pelas pistas do mundo e, depois de um ano e meio de namoro, Senna começou, finalmente, a falar em casamento e filhos. Discreto como sempre, dizia que não seria logo, nem muito longe. O que se sabe é que pretendia assumir o noivado com Adriane depois do GP de Imola.

"Tenho muito a lhe dizer. A lhe propor. A lhe oferecer - prosseguiu. - Devo estar aí às 20h30, por aí. Quero passar a noite em claro. Vamos conversar até o amanhecer. Quero convencê-la de que sou, disparado, o melhor homem de sua vida." - Ayrton Senna para Adriane Galisteu na véspera de sua morte.

Fonte: Livro The Life of Senna, escrito por Tom Rubython e Revista In Foco, Ano 1, Nº 2.


Planos de Ayrton Senna Abalaram Família




Depois, Adriane teve o incômodo trabalho de pedir desculpas a Milton e Neyde da Silva pelas fotos da (revista) Caras (edição 20, que ela foi capa sozinha). Eles estavam chateados. Mas depois de uma conversa franca, ela pensou que eles tinham deixado tudo para trás. No entanto, havia outras questões que irritavam a família, questões que não foram discutidas. Durante as semanas de férias em Angra, Senna e Adriane surgiram com um plano pelo qual ela se juntaria a ele em Portugal na casa do Algarve para toda a temporada dos Grandes Prêmios da Europa e permaneceria permanentemente por cinco meses e não retornaria ao Brasil. Seu (de Senna) estilo habitual tinha sido voltar para casa após cada corrida por uma semana. Isso incomodava a família imensamente, mas eles não podiam dizer e fazer nada. Ele criou uma fenda invisível entre eles e Adriane e isso entraria em erupção na semana anterior ao Grande Prêmio de San Marino culminando em Leonardo sendo enviado para a Europa para persuadi-lo a deixar Adriane.


A decisão de Senna de não voltar para casa por cinco meses foi muito mal recebida pela família e foi atribuída a influência de Adriane e particularmente chateou sua irmã, Viviane e seu irmão, Leonardo. Na verdade, era a decisão de Senna e Adriane tinha ido junto com ele em seu desejo. Ele queria uma temporada ininterrupta com ela no Algarve. A família estava tendo que aprender a lição de que seu famoso filho estava finalmente preparado para fugir do ninho e se acalmar com o amor de sua vida. Eles não assimilaram isso bem. Mas Adriane não sabia nada disto na época.

Em 3 de abril de 1994, Adriane viu Senna pela última vez. Ele estava indo para o Japão e ela ficaria por um mês em São Paulo para fazer um curso intensivo de inglês. Se ela ia se instalar na Europa pela metade do ano, ela teria que poder falar inglês.

Ela levou Senna para o aeroporto em seu Fiat Uno prata para ele pegar seu vôo. Ele não retornaria ao Brasil até o final de setembro. Ela deixaria o Brasil quatro semanas depois e se mudaria para sua casa em Portugal e eles viveriam juntos. Era claramente o prelúdio de algo grande. Ela sentiu que ele quase havia proposto (casamento) várias vezes e esperava voltar para o Brasil como sua noiva.

Adriane diz agora sobre 3 de abril: "Foi um dia muito especial e não sabia por que na época. Antes de ir, tivemos uma longa tarde de amor. Chegamos ao aeroporto cedo e ficamos no carro e conversamos, nos abraçamos e beijamos. Ele me disse: "Eu vou ficar de olho em você, garotinha". Ele disse adeus e me deu um longo beijo no carro". E foi isso. Ela nunca mais o veria. Ela lembra suas palavras na última vez que estiveram em Angra: "Um dia vou me casar com você e um dia vou correr na Ferrari. Vou terminar minha carreira lá e terminar minha vida com você ". 

Ela se atirou em tempo integral no curso de inglês, que ocupou todo o seu tempo - bem como a bagagem por cinco meses de distância. Senna foi para o Japão, mas se retirou do Grande Prêmio do Pacífico, já que seu rival do campeonato, Michael Schumacher, ganhou novamente. Mais tarde, ele disse a Adriane, quando ele contou a todos que estavam perto dele, que achava que o Benetton de Schumacher estava executando aparelhos eletrônicos proibidos de tempos em tempos. As diferenças de tempo e um forte compromisso com o patrocinador significaram que ele sentia falta de falar com ela no aniversário dela e não chegou até às 6h do dia seguinte, pedindo desculpas por acordá-la tão cedo. Ela entendeu as pressões sobre ele no Brasil, como ela testemunhou a si mesma no ano anterior. Até 21 de abril, Senna voltou para a casa do Algarve. Ela também estava acumulando aulas de inglês às noites. Mais tarde naquele dia, ela enviou por fax a sua primeira carta de amor em inglês. Ela continuou com as lições até o vôo de Varig para Lisboa na sexta-feira, 29 de abril.


FONTE PESQUISADA

RUBYTHON, Tom. The Life of Senna. 1º Edição Sofback. London: BusinessF1 Books, 2006.

FALSIDADES



Agora tu vê!! É mole ou quer mais?! Tá bom pra vocês?!

Acho muita hipocrisia da família do Ayrton Senna (a irmã Viviane Senna e sobrinha Bianca), dentre tantas outras, quando declaram publicamente que caso o piloto estivesse entre nós estaria casado e com filhos. Uma vez que, quando Senna estava se estabelecendo com Adriane Galisteu em Portugal, iam construir uma nova vida por lá, Ayrton com planos de se casar e de constituir uma nova família com a modelo, a família enlouqueceu, foi uma confusão, gritaria, correria, desespero generalizado, agonia, infernizaram a vida do rapaz como sabemos.

Até parece que queriam isso realmente... ver Ayrton casado e com filhos. Hoje, com ele morto há tanto tempo, falam disso com a maior tranquilidade do mundo, pois devido a tragédia, infelizmente esses sonhos pessoais dele jamais irão se concretizar. Agora é fácil falar. Não gostavam/queriam de dividi-lo com ninguém. Tinham ciúmes dele descomunal. Como se constatou no relacionamento dele com Adriane Galisteu, o relacionamento que mais chegou perto disso acontecer, interrompido pela trágica morte do Ayrton. Eles não estavam preparados para vê-lo casado, com filhos. Fato! Mas teriam que estar, porque sabiam que um dia isso ia acontecer.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

"Se eu tiver um acidente que eventualmente me custe minha vida, espero que seja de uma só vez"

Ayrton Senna em 1994

"Se eu tiver um acidente que eventualmente me custe minha vida, espero que seja de uma só vez. Eu não gostaria de ficar em uma cadeira de rodas. Eu não gostaria de ficar em um hospital sofrendo de qualquer dano que fosse. Se eu viver, quero viver plenamente, muito intensamente, porque sou uma pessoa intensa. Arruinaria minha vida se eu tivesse que viver parcialmente. "
Ayrton Senna
Estoril, Portugal
Janeiro de 1994

“If I ever happen to have an accident that eventually costs me my life, I hope it is in one go. I would not like to be in a wheelchair. I would not like to be in a hospital suffering from whatever injury it was. If I am going to live, I want to live fully. Very intensely, because I am an intense person. It would ruin my life if I had to live partially.”
Ayrton Senna
Estoril, Portugal
January, 1994


FONTE PESQUISADA

RUBYTHON, Tom. The Life of Senna. 1º Edição Sofback. London: BusinessF1 Books, 2006.